Dia do Padeiro é comemorado em julho

Adriano Aparecido Cerdan, profissional há mais de 24 anos em tradicional panificadora de Tupã dá exemplo de dedicação e amor ao trabalho.

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Adriano Aparecido Cerdan

Quem não gosta de saborear um pão quentinho bem cedo? De doces, bolos, e salgados no café da tarde? No último sábado, 8 de julho comemoramos o Dia do Panificador, ou Padeiro, profissional que trabalha produzindo pães salgados e doces, recheados ou não, que também fabrica bolos, tortas, quiches entre outras delícias.

Adriano Aparecido Cerdan, padeiro no Restaurante e Panificadora Ki-Pão de Tupã, trabalha na empresa há mais de 24 anos e conta um pouco sobre sua profissão em entrevista à Rádio Jovem Pan Tupã: “ Eu trabalhei de início com 16 anos, tive muitos momentos difíceis, até achei que não ia conseguir me tornar um profissional, mas eu tive pessoas do meu lado que me ajudaram, me incentivaram. A empresa me apoiou muito, me deu um grande suporte e por isso eu me tornei um padeiro e sou muito orgulhoso nessa profissão. É uma profissão muito gratificante, é gostoso você acordar de manhã e estar podendo dar vida a algo que satisfaz o cliente na mesa.”

O padeiro destaca que todo profissional que se preza, realiza o seu trabalho com amor, carinho e principalmente dedicação, reforça Adriano. “Se no café da manhã, você pode sentar-se à mesa e degustar um pão delicioso, por trás tem um profissional que acorda cedo, às vezes de madrugada. É muito gratificante e gostoso, tem que ter muito empenho, dedicação, e acima de tudo, gostar da profissão, fazer com amor”, explica.

Adriano Cerdan fala que para um sucesso maior na vida profissional é necessário, muitas vezes, abrir mão de algumas coisas, pois o mercado de trabalho é exigente: “É uma profissão em que você tem que se dedicar ao máximo, e muitas vezes abrir mão de muitas coisas. É uma profissão que você trabalha principalmente aos feriados, domingos, sábados. Às vezes você tem que trocar certar liberdades, para pode se tornar um bom profissional, tem que ter muita perseverança, e acima de tudo, não pensar somente no salário. Tem que pensar que você tem que fazer aquilo que você gosta”, afirma Adriano, ressaltando que os “ossos do ofício” que devem ser enfrentados diariamente, trazem o mais gratificante sentimento de realização pessoal.